quinta-feira, 29 de novembro de 2012

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

FAMÍLIA FELIZ

Muito sal na gravidez pode deixar bebê com pressão alta
Estudo afirma que baixo consumo do produto também é negativo para a criança no ventre


Que a alta quantidade de sal na comida faz mal, todo mundo sabe. Porém, uma pesquisa feita na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) aponta os riscos de comer quantidades erradas de sal durante a gestação. Uma dieta com elevado consumo de sal durante esses nove meses poderá gerar indivíduos que, na idade adulta, terão hipertensão arterial. Por outro lado, se o consumo de sal durante a gravidez for baixo, o problema pode ser o desenvolvimento de resistência à insulina.
Esses são alguns dos resultados obtidos em estudos feitos com ratos pela equipe de professor Joel  Claudio Heiman, livre-docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). As informações são da Agência Fapesp.
O trabalho vem produzindo dados importantes sobre o papel do sal durante o período gestacional. Outro efeito curioso observado é que as fêmeas das proles de mães que consumiram dieta com pouco sal durante a gestação e amamentação desenvolveram obesidade na idade adulta. Os motivos que levam à obesidade são a maior ingestão de alimentos com conteúdo calórico elevado, o menor gasto energético causado pelo sedentarismo ou problemas de metabolismo (como o hipotireoidismo).

Fonte: Mensageiro da Paz - CPAD (abril 2011)


sábado, 9 de janeiro de 2010

Hermes Fernandes


Embora haja em Deus a disposição em perdoar o ser humano por seus deslizes, há uma condição essencial que deve ser preenchida pelo ofensor: o arrependimento. Antes da Cruz, cabia ao pecador penitente oferecer a Deus um sacrifício para cobrir a sua culpa diante de Deus. Tais sacrifícios eram necessários para que o pecador reconhecesse a gravidade do seu pecado. Eles, porém, não tinham poder de remover o pecado, apenas cobri-lo. Já o sacrifício de Jesus foi poderoso o suficiente para remover nossos pecados de uma vez por todas, oferecendo a Deus uma base perfeita para que pudéssemos ser inteiramente perdoados. Portanto, a base sobre a qual somos perdoados é o sacrifício de Jesus, e não algum tipo de penitência que possamos fazer para compensar o nosso erro. A única coisa que se exige do pecador é que ele se arrependa do seu erro.

Da mesma forma, Deus estabeleceu o arrependimento como uma condição para que o ofensor seja perdoado por aquele que foi ofendido. Jesus disse:

Olhai por vós mesmos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o e, se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes no dia vier ter contigo, e disser: Arrependo-me; perdoa-lhe.”[1]

Caso o ofensor não se arrependesse, e não pedisse perdão, a parte ofendida não estaria obrigada a perdoá-lo. Não importaria quantas vezes a ofensa fosse praticada, contanto que o ofensor se arrependesse de coração.

Assim como deve haver em nós a disposição de perdoar, devemos nos dispor a pedir perdão quando ofendemos alguém.

Se magoarmos alguém conscientemente, e não formos capazes de nos arrependermos, e pedirmos o seu perdão, nossa comunhão com Deus estará comprometida, e não teremos paz em nosso coração. Por isso Paulo insiste: “Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens”. [2] E a paz tem um preço: o perdão mútuo. Temos que estar dispostos a sacrificar o nosso orgulho e perdoar, como também pedir perdão quando necessário. Tudo isso em nome da paz!

Mesmo que o nosso ofensor não se arrependa, embora não sejamos obrigados a perdoá-lo, melhor é que o perdoemos. Quando guardamos mágoa contra alguém, quem mais sofre com isso somos nós mesmos.Às vezes encontramos pessoas que acham que podem sair por aí ofendendo uns e outros, sem se preocupar em ter que pedir perdão a ninguém. Estes acham que basta confessar a Deus, e serão perdoados.

A verdade é que devemos confessar os nossos pecados àqueles que foram ofendidos. Se pecamos contra Deus somente, é a Ele que devemos confessar, e a ninguém mais. Porém, se o nosso pecado atingiu a mais alguém, não adianta confessar só a Deus. Temos que confessar nosso erro à pessoa a quem ofendemos. Por isso Tiago nos aconselha: “Confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados”. [3] Quando confessamos somente a Deus um pecado que atingiu a mais alguém, somos perdoados por Deus, porém, não somos curados daquela ferida. Esta ferida aberta é que compromete a nossa comunhão com Deus e com os irmãos. Mas quando confessamos nossos pecados a Deus, e àqueles que ofendemos, somos curados, e nossa comunhão é restabelecida.

Todo mundo sai perdendo com a falta de perdão. Tanto o que não foi perdoado, quanto o que reteve o perdão.

Há aqueles que dizem que não são obrigados a perdoar a ninguém, pois só Deus teria poder de perdoar pecados. Trata-se de uma evasiva muito usada hoje em dia. Porém não devemos nos esquecer que Esse Deus vive em nós através do Seu Espírito Santo, capacitando-nos a perdoar como Ele. Ao despedir-Se dos Seus discípulos, João diz que Jesus assoprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles aos quais perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; aqueles aos quais não perdoardes, ser-lhe-ão retidos.”[4]

Diante disto, não podemos nos desculpar dizendo que somente Deus pode perdoar. Temos a obrigação de ser veículos deste perdão. Afinal, não recebemos o Espírito Santo só para sentirmos sensações maravilhosas e falarmos em línguas! Recebemos o Espírito para capacitar-nos a fazer o que de nós mesmos jamais poderíamos fazer.

Temos tanto o poder para perdoar, quanto para reter o perdão. Quando o retemos, estamos dentro do nosso direito de fazê-lo, entretanto, criamos uma ferida no Corpo de Cristo. Não podemos pôr em risco a comunhão que temos com Deus e com os irmãos por causa de uma mágoa. Se nos é custoso perdoar a alguém nos magoou, muito mais custoso foi para Deus perdoar todas as nossas falhas. O perdão de todos os nossos pecados custou a vida do Seu Filho Amado.

Portanto, não usemos do direito de reter o perdão, mas disponhamo-nos a perdoar, mesmo àqueles que não forem humildes o bastante para confessarem e se arrependerem do mal que cometeram.


Hermes Fernandes

segunda-feira, 30 de novembro de 2009



A Salvação é para você!



Nesta mensagem quero mostrar a resposta para algumas perguntas que são comuns aos homens, tais como: de onde vim? O que sou? Para onde vou?

Muitas filosofias e religiões procuram, sem sucesso, acalentar o coração humano, que vazio, corre atrás de respostas para a sua existência.

Mas, sempre que encontram alguma explicação, resta no coração uma necessidade de algo mais concreto e que realmente o acalme. O que acontece na verdade, é a tentativa frustrada de aceitar uma explicação vaga e inconsistente para tamanhos questionamentos.

A paz de espírito virá sobre os homens, quando estes reconhecerem a soberania do Senhor Deus sobre a sua existência, aceitando a simplicidade das explicações expostas na Bíblia Sagrada e abertas a todos.

Para começarmos a compreender a grandiosidade da existência humana é preciso reconhecer que Deus é o criador de todo o universo (Gênesis 1.1 “No princípio, criou Deus os céus e a terra”; Neemias 9.6 “Ó Deus, só tu és o SENHOR! Tu fizeste os céus e as estrelas. Tu fizeste a terra, o mar e tudo o que há neles; tu conservas a todos com vida. Os seres celestiais ajoelham-se e te adoram.”), inclusive do homem (Gênesis 1.27 “Assim Deus criou os seres humanos; ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher.”) e demais seres viventes.

Qual o fundamento para aceitarmos tal explicação? A fé!

A Bíblia é o único livro que traz a verdadeira narrativa da existência do Deus Vivo, bem como, da criação e a explanação do Seu amor imensurável pela humanidade. O homem, objeto do amor de Deus, rebelou-se contra o Criador e na prática da desobediência afastou-se dos planos divinos. Mesmo assim, a misericórdia do Eterno Senhor superou todas as expectativas, e Cristo, o Messias, foi enviado com a missão de resgatá-lo dos seus maus caminhos, restaurando-lhe a comunhão inicialmente existente e a possibilidade da salvação.

Adão e Eva formavam o primeiro casal (Gênesis 2.7, 22), eram à semelhança do Senhor; puros e sem pecados (Gênesis 1.26,27), residiam no Jardim do Éden (Gênesis 2.15), um paraíso criado exclusivamente para a habitação do ápice da criação. Deus determinou algumas regras (Gênesis 2.16,17) para a boa vivência dos primeiros humanos, no entanto, Adão e Eva em desobediência às ordens divinas, pecaram (Gênesis 3.1-7). O pecado determinou a sua expulsão do Éden, bem como, a quebra da comunhão antes existente entre Criador e criatura (Romanos 5.12, 17-19 “O pecado entrou no mundo por meio de um só homem, e o seu pecado trouxe consigo a morte. Como resultado, a morte se espalhou por toda a raça humana porque todos pecaram... É verdade que, por causa de um só homem e por meio do seu pecado, a morte começou a dominar a raça humana. Mas o resultado do que foi feito por um só homem, Jesus Cristo, é muito maior! E todos aqueles que Deus aceita e que recebem como presente a sua imensa graça reinarão na nova vida, por meio de Cristo. Portanto, assim como um só pecado condenou todos os seres humanos, assim também um só ato de salvação liberta todos e lhes dá vida. E assim como muitos seres humanos se tornaram pecadores por causa da desobediência de um só homem, assim também muitos serão aceitos por Deus por causa da obediência de um só homem”). A vida humana tornou-se escrava do pecado; suas práticas são más, e destoantes da vontade de Deus (Romanos 7.14-19 “Sabemos que a lei é divina; mas eu sou humano e fraco e fui vendido ao pecado para ser seu escravo. Eu não entendo o que faço, pois não faço o que gostaria de fazer. Pelo contrário, faço justamente aquilo que odeio. Se faço o que não quero, isso prova que reconheço que a lei diz o que é certo. E isso mostra que, de fato, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz. Pois eu sei que aquilo que é bom não vive em mim, isto é, na minha natureza humana. Porque, mesmo tendo dentro de mim a vontade de fazer o bem, eu não consigo fazê-lo. Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço”), o homem desde a sua concepção está sujeito ao pecado (Salmos 51:5 “De fato, tenho sido mau desde que nasci; tenho sido pecador desde o dia em que fui concebido”).

Esta situação de pecado (1João 3.4-6 “Quem peca é culpado de quebrar a lei de Deus, porque o pecado é a quebra da lei. Vocês já sabem que Cristo veio para tirar os pecados e que ele não tem nenhum pecado. Assim, quem vive unido com Cristo não continua pecando. Porém quem continua pecando nunca o viu e nunca o conheceu”.) afasta o homem dos propósitos de Deus, trazendo sobre ele a condenação eterna.

Deus amou primeiro e providenciou meios para a retomada da comunhão, o Messias foi enviado! “O Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo” (1João 4.14); “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos” (1Timoteo 2.5,6); “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1Corintios 15.3,4) A vinda do Senhor Jesus Cristo foi o cumprimento de antigas profecias e o seu benefício salvífico envolveu toda a humanidade, inclusive, nós.

Amados, são dias de recomeço, é necessário que sejamos semelhantes a Jesus (Romanos 8:29 Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”) é através de uma vida consagrada, santa e pura que somos transformados pelo Pai (2Coríntios 3:18 “...Somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”).
Amém.

Elias R. de Oliveira